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Síndrome de Burnout é classificada como doença de trabalho

Imagine como se o cérebro e o restante do seu corpo chegassem a um determinado limite e pifassem. Imaginou? Em maioria, as pessoas que sofrem com a síndrome de Burnout sentem um esgotamento físico e mental causados pelo trabalho.

No primeiro dia de 2022, foi oficializada a mudança na identificação da doença que, agora, é ocupacional. Há três anos atrás, a Organização Mundial de Saúde (OMS), já associava o Burnout com o vínculo profissional.

Nessa mesma época, a doença era considerada um problema de saúde mental e de quadro psiquiátrico. Os principais sintomas são a sensação de esgotamento ou sentimentos negativos relacionados ao trabalho e a eficácia profissional reduzida.

Se conscientizar sobre Burnout, é buscar por um futuro que não nos esgote e não nos afaste do trabalho.

Nos últimos anos, com a chegada da pandemia e o home office, muitas pessoas desenvolveram a síndrome, e você provavelmente conheceu ou vai conhecer alguém que sofre com ela.

E agora, o que muda com a classificação?

O Burnout passa a ser tratado de forma diferente e as empresas precisam ficar atentas à síndrome!

A relação da doença com o ambiente de trabalho tem efeito sobre os processos trabalhistas, trazendo interpretações, diretas e indiretas, que responsabiliza a empresa sobre a saúde integral dos seus colaboradores.

Por exemplo, se um colaborador recorrer à Justiça por causa de esgotamento, a empresa poderá ser responsabilizada e até pagar uma indenização. Mais do que nunca, para evitar danos à saúde é preciso ligar o sinal de alerta para o Burnout.

É necessário estar atento e evitar que os profissionais se excedam em:
Horas extras constantes e excessivas;
Exigências rigorosas de desempenho ou abusivas;
Metas impossíveis de serem cumpridas.

Realize um trabalho preventivo com os seus colaboradores, como:
Cumprir normas da medicina e segurança do trabalho;
Incentivar o bom relacionamento entre os colaboradores;
Oferecer benefícios que visem o bem-estar;
Incentivar ou até mesmo oferecer acompanhamento psicológico;
Buscar ferramentas que melhorem o desenvolvimento do trabalho.

 



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